O que pensam os presidenciáveis sobre classificação indicativa em exposições?
- Thainá Queiroz
- 1 de out. de 2018
- 1 min de leitura
Depois dos acontecidos no MAM em São Paulo (SP) e no o Queermuseu em Porto Alegre (RS) foram postos em debate pela sociedade cívil a necessidade de classificação indicativa em exposições artísticas. Diante disto, o que acham os cincos presidenciáveis mais bem colocados nas pesquisas a respeito dessa discussão.
Ciro Gomes (PDT) defende que a liberdade de criação deve-se ser preservada, no entanto, acredita que seja importante a sinalização de classificação indicativa como acontece com filmes e outras produções.
Fernando Haddad (PT) rejeita a ideia de classificação indicativa e aponta para a perseguição que é feita à classe artística por meio de tentativas de censura e restrição à arte.
Geraldo Alckmin (PSDB) também não defende a criação de classificação indicativa em exposições e acredita no bom senso dos museus sem a necessidade de um marco regulatório.
Jair Bolsonaro (PSL) não apresenta proposta sobre o assunto.
Marina Silva (REDE) defende o direito a liberdade de expressão mas não deixou claro se é favorável ou contra.












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