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Estudo estima 27 mil mortes até 2030 com impacto do teto de gastos na Saúde

  • Cintia Augustinha Freire
  • 4 de mai. de 2019
  • 1 min de leitura

Na história recente do Brasil, saúde era acessível aos que tinham poder aquisitivo ou àqueles que tinham carteira de trabalho assinada. O SUS fruto de uma grande mobilização social e alavancada pela redemocratização do país nos anos 80 é um dos maiores legados da Constituição Brasileira de 1988, que assegurou o direito à saúde gratuito e universal aos brasileiros. O SUS é uma ferramenta de políticas públicas fundamental ao país devido ao seu caráter democrático, a sua diversidade e extensão territorial. Ele é marco fundamental na redefinição das prioridades da política do Estado na área da saúde coletiva, que passou a ter uma diferença de saúde enquanto produto mercantilizado, para direito social assegurado por lei, como um sistema de direito universal, descentralizado e participativo. No entanto nenhum governo o priorizou com recursos, para sua continuidade, mas a redução do teto de gasto do governo Bolsonaro confirma a falta histórica de relevância política da saúde e essa vem sendo a raiz dos problemas. Desde 2016, a saúde sofre diversos ataques. A chamada PEC 55 rompeu com a democracia ao negar a Constituição, congelando o orçamento da União em 20 anos em políticas públicas.

 
 
 

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