Organização anuncia nova categoria de fake news
- Karen B. Santarem Rodrigues
- 26 de mai. de 2019
- 1 min de leitura
A OpenIA, organização sem fins lucrativos com sede em San Francisco, na Califórnia, bancada por gente como Elon Musk, da Tesla Motors, e Reid Hoffman, o cofundador do LinkedIn, tem como objetivo difundir os frutos da inteligência artificial pelo mundo. Há dois meses, a entidade anunciou que havia desenvolvido um software arrasador, o GPT-2, capaz de redigir textos de maneira autônoma. No entanto, o GPT-2 tem uma capacidade ímpar de gerar narrativas altamente verossímeis, mas marcadas por um detalhe - nelas, tudo é falso. Ou seja, na prática, ele é a última palavra da ciência em se tratando de uma máquina para produzir "fake news". Além disso, o sistema transformou-se em um novo marco da associação entre a inteligência artificial (conhecida pela sigla IA) e as notícias falsas. "Deepfakes" (falsificações profundas) é o termo que está sendo usado para designar essa simbiose, cujo estrago potencial, alertam especialistas, é arrasador.
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