Brigadistas de Alter do Chão dizem 'fake news e ataques estão nos colocando em risco'

Neste domingo 01 os brigadistas voluntários de Alter do Chão - distrito do município de Santarém, no Pará -, Gustavo Fernandes, 36, Daniel Gutierrez Govino, 36, Marcelo Aron Cwever, 36, e João Victor Pereira Romano, 27, deram sua primeira coletiva de imprensa após a liberdade ocorrida nesta quinta-feira (28). Sob a acusação da Polícia Civil de suspeita de atear fogo na Área de Proteção Ambiental (APA) Alter do Chão e desviar recursos de organizações não-governamentais internacionais, eles ficaram presos preventivamente na Penitenciária Agrícola Silvio Hall de Moura. Diante de um processo policial pouco transparente, com provas frágeis e repleto de conclusões a partir de trechos isolados de escutas telefônicas, o sentimento geral durante a coletiva era de que os brigadistas poderiam, finalmente, apresentar a sua versão dos fatos. Repetiam terem sido alvo de injustiça e reclamaram de terem sido julgados por notícias e fake news antes mesmo de poderem se defender. Apresentaram, por fim, expectativa de que tudo se esclareça o mais rápido possível.

 

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