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Institucionalização da censura por meio de literatura proibida nos estados

  • Karen B. Santarem Rodrigues
  • 17 de fev. de 2020
  • 1 min de leitura

Nas últimas semanas, os casos de censura têm sido comuns no país. O primeiro caso aconteceu em Rondônia, no dia 6 de fevereiro, em que a Secretaria de Educação distribuiu um memorando no qual exigia que uma lista de livros fossem recolhidos das escolas por conterem, “conteúdos inadequados”, como definiram. Depois da repercussão e dos questionamentos à decisão, o governo recuou. O outro foi cinco dias após a publicação do memorando rondoniense, em São Paulo, a Fundação Professor Doutor Manoel Pedro Pimentel (Funap), ligada ao governo de João Doria (PSDB-SP), que vetou uma lista de livros do projeto Remição em Rede, que estimula a leitura em penitenciárias do estado de São Paulo. A lista reúne obras de alguns dos mais importantes autores brasileiros como Machado de Assis, Caio Fernando Abreu, Carlos Heitor Cony, Euclides da Cunha, Ferreira Gullar, Nelson Rodrigues, Mário de Andrade e Rubem Fonseca.

 
 
 

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