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Cientistas mulheres se destacam na busca da vacina

  • Marilda Samico
  • 29 de jul. de 2020
  • 1 min de leitura

Os centros de estudos da vacina contra coronavírus, em São Paulo, Rio de Janeiro e Bahia têm mulheres a frente das pesquisas, bem como o braço brasileiro do laboratório farmacêutico AstraZeneca, que fez parceria com a Fiocruz para transferir a tecnologia do produto.

Essas mulheres poderosas são: a infectologista carioca Sue Ann Costa Clemens, que dirige o Instituto para a Saúde Global da Universidade de Siena (Itália); a socióloga Nísia Trindade Lima, presidente da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), a primeira mulher a dirigir a instituição, em 120 anos de história; Maria Augusta Bernardini, diretora médica da AstraZeneca, no Brasil; e a cirurgiã dentista, Denise Abranches, coordenadora da Odontologia do Hospital São Paulo, da Unifesp, que se tornou, no final de junho, a primeira brasileira a receber o imunizante em teste.

Esse time feminino de primeira linha vem mostrar a grande potência do nosso país e das mulheres na área das pesquisas científicas.

 
 
 

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