Memorando relata impacto de contas falsas nas eleições e demora do Facebook em agir
- Danielle F. Rodrigues Furlani
- 15 de set. de 2020
- 1 min de leitura
Durante o período eleitoral de 2018, no Brasil, uma enxurrada de notícias era compartilhada em perfis falsos em diversas redes sociais, como forma de manipular o eleitorado para objetivos específicos. Em 2016, os Estados Unidos passaram por algo semelhante que se complicou ainda mais durante as eleições legislativas de 2018. Porém, não foi algo exclusivo desses países. Segundo um documento vazado ao Buzzfeed News, pelo menos outros sete países passaram pelo mesmo tipo de desinformação, são eles: Honduras, Ucrânia, Espanha, Azerbaijão, Bolívia, Equador e Índia. O memorando é de autoria de Sophie Zang, que afirma que os decisores do Facebook sabiam da atuação de robôs na propagação de notícias falsas e demoraram a agir. Até o presente momento, o documento não foi comentado pela rede social. O Facebook é a maior rede social da rede e proprietária das plataformas Instagram, WhatsApp e Messenger. No Brasil, está sendo investigado por uma comissão no congresso o uso dessa estratégia para disseminação de informação falsas pelas redes sociais por parte de então candidatos a vagas no executivo e legislativo, na chamada CPI das Fake News.
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