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A ambiguidade de estereótipos acerca do nordestino

  • Foto do escritor: Luana Matos
    Luana Matos
  • 19 de mai. de 2021
  • 1 min de leitura

O Diário de Pernambuco publicou nesta segunda-feira (17/05/2021) uma notícia sobre os estereótipos em relação ao nordestino tendo como referência o texto A invenção do Nordeste e outras artes, de Durval Muniz de Albuquerque Jr. e a ex participante do Big Brother Brasil 21 e ganhadora Juliette Freire.

A sua participação desde o início do programa levantou questões sobre estereótipos, preconceitos e xenofobia sobre os nordestinos. Além da estratégia de sua equipe de marketing de ressaltar a identidade nordestina usando como símbolos cactos e chapéu de corou que fazem parte do imaginário nordestino. Gerando um debate sobre como tais símbolos enquadram "o Nordeste e os seus habitantes em um imaginário limitado." Ao falar de ambiguidades o texto ressalta essa questão como também o fato de que a utilização desses símbolos juntamente com outros, como as músicas da região mais a resiliência da participante geram a identificação do nordestino como um povo forte e batalhador.

Com isso, o texto conclui que o fenômeno Juliette, seu tamanho engajamento, mostra como o regionalismo ainda tem força mesmo em um mundo globalizado.



 
 
 

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